Uma série criada por J. J. Abrams, em que há uma queda de avião e muitos mistérios que vão mexer com a cabeça dos espectadores até o seu final.
Pode até parecer, mas isso não é Lost e não foi escrito em 2005. É só a premissa de Fringe, a mais nova série do criador do seriado mais comentado dos últimos tempos (até eu, que não agüento assistir a mais nenhum episódio desde o meio da segunda temporada, sei de tudo o que acontece).
Lendo o primeiro parágrafo pode até parecer que é um "meio-plágio" dos Perdidos, mas na verdade Fringe não tem muito a ver com ela. Bom, excetuando os mistérios e a Corporação Do Mal da vez, que no caso é a Massive Dynamics, uma superempresa que já desenvolveu até membros cibernéticos... Sinceramente, me cansa um pouco essa coisa de corporação, que é a moda do momento, aparecendo em tudo quanto é série (Lost, Heroes, Prison Break, ...).
Tudo começa com um terrível acontecimento no vôo 827 de hamburgo para Boston, que chega ao aeroporto com todos os ocupantes horrivelmente mortos. Olivia Dunham, uma agente do FBI, e seu parceiro (em mais de um sentido) John Scott começam a investigar o caso, e logo descobrem ue tem a ver com a fringe science (ciência alternativa ou pseudo-ciência), que mexe com coisas como teletransporte, telecinese, invisibilidade e reanimação de cadáveres. Assim, Olivia tem que contar com um dos maiores cientistas dessa área, Walter Bishop, e sue filho, Peter Bishop, um gênio (com QI de 190!) que não terminou o segundo grau (e vivido por ninguém menos que Joshua Jackson, o Pacey de Dawson's Creek e aquele menino de D2 - Nós somos os campeões). A partir daí tem-se coisas como tanques salinos, perseguições e uma vaca.
No final tem aquele cliffhangerzinho básico, para nos prender a atenção e garantir a audiência do segundo episódio. E, pelo que foi o primeiro, ela vai existir. O piloto foi muito bem feito, com excelentes efeitos especiais (parece que a Fox gastou U$11 milhões para esse especial de 1h20 de duração) e a história deve agradar em cheio fãs de Lost, Alias e Arquivo X.
Nem pense em perder! Hoje, às 21 horas, na Warner.
Pra quem nunca ouviu falar:
Ned é um cara que tem um dom bem diferente: ele pode reviver qualquer coisa morta só de tocá-la. Porém, esse dom tem um pequenino detalhe: se ele a tocar de novo, ela volta a morrer. Ned é um fazedor de tortas que nas horas vagas trabalha como ajudante de detetive, solucionando assassinatos simplesmente perguntando ao morto como ele morreu. Isso até que Chuck, o amor da vida dele, é morta. Ned a traz de volta à vida, mas não pode nunca mais tocá-la...
Agora que me dei conta do tanto de tempo que tem que não falo de seriados aqui. É (aliás, foi) essa greve dos roteiristas que deixa a gente sem assunto (fora o fato de eu estar trabalhando feito um condenado...). Uma série que descobri nesse hiato forçado foi a excelente Damages, estrelada pela Glenn Close (e daí dá pra desconfiar que realmente é uma ótima série).
Glenn é Patty Hewes, a advogada mais fodona da cidade, que está envolvida em um caso contra Arthur Frobisher (Ted Danson, de Cheers), que foi acusado de acabar com sua própria companhia, destruindo as economias de seus funcionários (e ficando mais rico no processo, lógico. Enron, alguém?). Ela é ajudada por Ellen Parsons, uma jovem advogada contratada por Hewes para trabalhar no caso por motivos no mínimo escusos.
O interessante no seriado é que não é só um drama de tribunais, como Boston Legal, por exemplo. A primeira cena do primeiro episódio, passada seis meses no futuro, começa com Ellen toda maltrapilha e coberta de sangue saindo de um apartamento e correndo pelas ruas de New York. Capturada pela polícia, logo descobrimos que o morto é ninguém menos que o noivo dela, David. Então, enquanto os personagens estão envoltos em investigações para tentar incriminar Frobisher, nós (os telespectadores) queremos descobrir quem matou David (e porquê).
O legal é que pode ter sido qualquer um, já que vemos que todos têm motivos para o assassinato. Patty não mede esforços para conseguir o que quer, Frobisher também não e até mesmo Ellen tem "justificativas" para o ato.
Apesar da baixa audiência, Damages já foi renovado pra segunda terceira temporadas! Aqui no Brasil passa no AXN às terças. Apesar da apresentação cafona, vale muito a pena ver.
É, se por um lado 30 Rock não ganhou tradução literal no Brasil (tá, tá, eu sei que é o endereço da NBC em NY, mas você realmente não temia que virasse 30 Pedra?), por outro ganhou um nome bem... Sessão da Tarde: Um Maluco na TV. Sério. Alguém tinha que perguntar pra Record se eles não tinham um nome um pouco mais genérico pra colocar.
Já estou até vendo a chamada:
Uma galerinha da pesada aprontando altas confusões com... Um Maluco na TV!
Li hoje no LiGado em Série que o Mid Season começou nos EUA. Só que, com a greve dos roteiristas, a maior parte das estréias foi de reality shows ou de game shows. Segundo ele, já estreou um Aprendiz com celebridades (de 3º escalão pra baixo, claro. Tem de coelhinha da Playboy ao Stephen Baldwin. E o Gene Simmons).
Ainda vão estrear pérolas como:
1 vs. 100 - uma espécie de Show do Milhão. Espere um no SBT já já; American Gladiators - pois é, acreditem ou não, isso AINDA existe... Dance War - uma batalha de Dança dos Famosos. What to do? Dance It Out!; Celebrity Rehab - no, no, no... How to Look Good Naked - sem descrição aqui. Tive medo de pesquisar o que seria isso.
Ah, e Deal or no Deal (o Topa ou Não Topa deles – quer jogar uma versão online?) ainda tem 45 (!) programas gravados...
Novembro é um mês esquisito nas séries. Aquelas situações que estavam sendo construídas desde o início da temporada geralmente se resolvem aqui (e com cliffhangers bombásticos para o próximo episódio). Isso tem uma razão muito simples de ser: novembro é mês de sweeps.
As sweeps são medições de audiência em todo o território americano, abrangendo desde cidades grandes como New York a minúsculas como Smalltown (sim, acabei de inventar). E isso é importante por quê? Ah, por um motivo muito simples: é o que vai definir o preço dos anúncios locais do ano que vem, em cada horário...
Então dá-lhe revelações bombásticas, mortes de personagens, episódios eletrizantes, convidados especiais... Veja o caso de, por exemplo, Ugly Betty:
(com pequenos spoilers)
Só nas últimas três semanas, tivemos uma convidada super-especial (a Posh Spice Beckham), um quase-casamento (que era tão chique que até “o Armani estava usando Prada”), um ataque do coração seguido de morte do Mr. Meade, brigas entre a Betty e o pai, recaptura da mãe fugitiva e morte e ressurreição da Mode. Ufa, era tudo que um fã queria!
E em dezembro... bem, em dezembro tudo volta ao normal...
Mais um season finale de Weeds, e, como não podia deixar de ser, mais um ótimoseason finale...
O cliffhanger não foi tão bom quanto o da última tempoada (mas sejamos claros, é difícil criar algo melhor que aquele...), mas nos deixa pensando para onde a série vai na quarta temporada.
Pittsburgh? Tampa? LA? Vão reconstruir Majestic/Agrestic? Eu não saberia nem chutar... O jeito que o final foi feito deixou o destino da trama tão em aberto que não dá nem pra imaginar o que pode acontecer. Será que a Celia dedou a Nancy? Nancy vai pra cadeia? A Aguatecture vai deixar de existir?
Pelo número de pontos de interrogação no parágrafo acima, dá pra perceber o que quis dizer... mas só no meio do ano que vem.
Pontos altos do episódio: - Pam Gruber dizendo que colocou todos os seus pertences de valor na piscina ("Porque o fogo não pode queim-ala, certo?"); - Silas dizendo "I'm over her" quando viu a gêmea Olsen na ambulância falando que tinha que salvar a cruz; - A Nancy saindo de Segway depois de queimar sua casa; - Doug cantando (a parte em baixa um espírito nele é a melhor!); - "It's the circle of life". "Hakuna Matata" - Celya dizendo "Nancy Botwin" - A cena final, mostrando a apresentação com tudo queimando (inclusive a cauda do coitado do cachorrinho)
Entenda as causas da greve dos roteiristas (em inglês):
Apesar de apoiar a WGA nessa greve (deixa os caras ganharem seus 4 centavos, minha gente!), devo dizer que é muita sacanagem conosco, meros espectadores:
- 24 Horas: só em 2009 (!) - Heroes: Termina no episódio 13 (mas eu não tô nem aí) - Lost: Ano que vem só vai trer 8 episódios (mas eu não tô nem aí [2]) - The Office: Só mais um pra ir ao ar (GAHHH!!!!! Nããããããão!!!!!) - Pushing Daisies: Termina no episódio 9 - Scrubs: o series finalesem finaledeve ser no episódio 12, ao invés do 18... - Praticamente todas as outras: não terão uma temporada completa.
É, vai ser a chance de ver as séries que deixei pra trás.
Vi em alguma crítica perdida na internet que Pushing Daisies é como Tim Burton rindo. Não pude deixar de pensar em como isso é verdade. A série tem uma atmosfera tão leve e feliz e ao mesmo tempo tão... bizarra, que a primeira coisa em que pensamos é que estamos em A Fantástica Fábrica de Chocolates, só que um pouquinho menos sombria.
E o episódio dessa semana não mudou nem um pouco minha opinião. Ned, com a ajuda de Chuck e Emerson, tem que achar o verdadeiro culpado de um acidente em que um avião bate em um prédio, ao mesmo tempo em que Olive busca ajuda para um pombo que perdeu uma de suas asas (não falei que era bizarro?).
O casal formado pelos dois personagens principais é tão legal que toda vez que aparecem em cena dá um aperto no coração saber que eles não podem nem se beijar... E a Chuck... ah, a Chuck...
Julie é uma bitch? Landry no time? Coach e Mrs. Coach com problemas? Lyla pregadora (eu disse pRegadora)? O que está acontecendo com Dillon, Texas? Isso foi o que pensei nos primeiros minutos de Friday Night Lights, que estreou nos EUA na sexta passada. Meu segundo pensamento foi que isso não podia dar certo.
Obviamente subestimei a criatividade dos roteiristas. FNL manteve a mesma qualidade da primeira temporada, em todos os sentidos.
Julie é uma bitch, mas com motivos. Landry está no time, mas com segundas intenções. Coach e Mrs. Coach têm problemas, mas conseguem contorná-los (e são o melhor casal da TV atual...). A Lyla... bem, a Lyla é chata mesmo.
Só não gostei de uma coisa: mudaram a abertura. Apesar de terem mantido o mesmo visual “lambido” e a mesma (e maravilhosa) música – Your Hand in Mine, de Explosions in the Sky, pra quem se interessar. O CD é muito bom –, tiraram as cenas da cidade vazia e colocaram cenas do seriado... E assim acabaram (ta, mais ou menos) com a segunda abertura que mais tem a ver com a série (Weeds ainda ganha). Claro que isso não diminui nem um pouco o fato de que essa é a melhor série teen de hoje.
Ontem, aproveitando que cheguei cedo em casa, resolvi fazer uma meia maratona de séries atrasadas (ou não). As duas novas que eu vi foram Chuck e The Big Bang Theory:
Chuck - 1x02
Não tão bom quanto o primeiro, mas ainda assim legal.
Mantendo basicamente a mesma estrutura narrativa proposta no final do piloto, a série mostra que realmente não é pra ser levada a sério. É tudo bem clichê: agente secreto durão e matador, agente secreta gostosa e boa de briga, amigo idiota e ator principal carismático, brincalhão e pega-ninguém. Até pouso de helicóptero por um passageiro teve!
The Big Bang Theory - 1x02
Gente, como é ruim essa série! Pelo menos é daquelas que é tão ruim que é bom, hehehe. Sabe quando falei que os personagens de Chuck são clichês? Então, essa série aqui deve ter os mesmos autores.
Kaely Cuoco (a filha mais velha de 8 Simple Rules) faz o que faz melhor: é a loira burra e gostosa. Os nerds são basicamente isso: nerds. Mas não do tipo cool, à la Seth Cohen ou o Chuck aí de cima, mas do tipo filme de sessão da tarde dos anos 80. As piadas são basicamente analogias entre a vida e teoremas físicos e matemáticos e a cara de boba da Kaely quando não entende a piada. Isso tudo emoldurado pela risada de fundo mais irritante do mundo, que ri quando a primeira palavra de uma frase sai da boca de qualquer pessoa. Agh!
É, acho que vai virar meu guilty pleasure favorito...
Leonard e Sheldon são dois über-nerds que vivem juntos e sabem tudo sobre física quântica, mas quando têm que lidar com o mundo real – especialmente com mulheres – são completamente, bem... nerds. Até que uma mulher gostosa e burrinha vem morar ao lado deles. Esse é o mote de The Big Bang Theory, que estréia amanhã na CBS.
Uma das últimas sitcoms verdadeiras da atualidade (tem claque e tudo), e, pra falar a verdade, mostra muito bem o porquê de elas estarem indo pro buraco. A idéia da série é até boa, principalmente porque nerds estão na moda, mas os criadores erraram na mão dessa vez.
Não sei a razão. A completa falta de tato social está lá. A comparação entre o nerd cético e a bobinha que acredita em coisas como astrologia, está lá. As inevitáveis referências estão lá (o cinto de controle do Nintendinho que um dos amigos dos nerds usa foi ótima), mas tudo soou forçado demais, sitcom dos anos 80 demais. Só faltaram as palmas cada vez que alguém entrava no cenário. E a platéia... duvido que tenha sido gravado na frente de uma live studio audience. Eles riam de absolutamente tudo! Ficava insuportável ouvir as pessoas rindo quando nada estava acontecendo... Acho que todo mundo lá era parente dos atores, só pode!
Não sei se semana que vem volto pra pegar o segundo episódio. Vai depender do meu humor na hora. Além disso, não acho que vá durar...
Você já viu isso antes: adolescentes super ricos e incoseqüentes, duas amigas inseparáveis, uma bitch e a outra boazinha, garoto nerd sem amigos, pais descolados e pais"super-na-moda-e-que-sabem-o-que-querem-para-seus-filhos". Troque o condado de Orange pela Big Apple e você tem... Gossip Girl.
A série, narrada pela linda e ex-Veronica Mars Kristen Bell (e que infelizmente não dá as caras), conta a história de um grupo de jovens extremamente ricos que vão a uma escola particular no Upper East Side de Manhattan, tendo todas as fofoas contadas por uma misteriosa blogueira que nunca é mostrada, a tal Gossip Girl.
A série foi votada como o melhor guilty pleasure do ano, e eu só tenho que concordar. Apesar de clichê até dizer chega, com idéias recicladas de shows de sucesso (justificada, já que o criador é Jason Schwartzman, o mesmo de The O.C.) e personagens rasos como um pires, ela é bastante agradável e cativante, definitivamente valendo ver o segundo episódio.
Tá cansado de ter que guardar os horários de todas as suas 738 séries favoritas (e esquecer bem na hora que vai passar)? Achei o que pode ser a solução para isso. É um calendário de horários de séries online, em que você pode até filtrar o conteúdo de acordo com o seu gosto. Os horários são o da exibição original nos EUA, então é só pra quem pede pro Paul Torrent mesmo...
Katherine Heigl como melhor atriz coadjuvante no Emmy?? Meodeos! Pra mim, ela era a última da lista... A Sandra Oh mereceia muito mais que ela...
E o prêmio de discurso mais "hein?" da noite foi pra Sally Field. Primeiro a mulher se diz surpresa com o prêmio (detalhe: ela é a mais famosa do grupo) e depois começa a disparar palavras. Quando (a gente acha que) acaba, a música sobe e a platéia bate palmas, ela começa a gritar "Quiet! Quiet!" e que não acabou... Claro que, como ela é veterana, a banda fez o que a atriz mandou e ela continuou seu discurso como se nada tivesse acontecido...
Essa nova série da HBO conta a história dos dois membros da banda neo-zelandesa The Flight of the Conchords, que vão para New York para tentar o sucesso. Na verdade, a série é uma versão ficcional da vida dos dois atores principais (Bret e Jemaine, que têm esses mesmos nomes no show) e de sua banda, com a diferença de que, no seriado, eles levam a banda a sério...
Ouvi falar sobre ela pela primeira vez no site da Kristin, que disse que foi a primeira série que fez ela rir tanto que até caiu da cama. Bem, julgando pelo primeiro episódio, ela evidentemente exagerou... Não que seja chato. Longe disso. FotC tem uma das maneiras mais originais de colocar músicas da banda no episódio, sem parecer demais com um musical. Fora que as letras são hilárias... Destaque para Humans Are Dead:
Ah, e o episódio - e toda a sére, sem exagero - valeu pelo Binary Solo no final do episódio. Impagável.
Ontem eu descobri que a quarta temporada de Entourage já acabou. E isso porque quando fui procurar o novo episódio, vi que não tinha passado...
Esse é o problema das séries da HBO. Só têm cerca de 12 episódios por temporada, e ainda passam um atrás do outro, sem intervalo entre dois capítulos consecutivos. Assim, a série que começou no meio de junho, já acabou no início de setembro!*
E com Entourage foi pior: o season finale foi tão fraquinho que parecia um episódio qualquer de meio de temporada. Medellin finalmente foi exibido para o público, em Cannes, e a reação... bem, não vou contar pra não estragar, mas qualquer um que segue a série pode imaginar qual foi... E pronto! Só isso, nenhum cliffhangerzinho de nada pra gente ficar esperando o próximo ano (e olha que ela deve demorar a voltar. Provavelmente só no meio do ano que vem). Podiam ter feito melhor.
*Agora imaginem Weeds, que já tem metade (!) da temporada vazada na internet...
Já saíram os Emmys das categorias técnicas. Alguns acertos, algumas injustiças, mas no geral foi justo. Uma boa surpresa foi a escolha da Melhor música original. Apesar de não ser sério como nos Oscars (todos os indicados vieram de séries cômicas - Family Guy, SNL, MADtv e Scrubs), vamos dizer que a música vencedora ficou um pouco fora dos padrões puritanos americanos... Pra ter uma idéia, ameaçaram não colocá-la como candidata caso não mudassem o título - que NÃO foi mudado.
Com vocês, Dick in a Box:
Ah, sim, aquele que parece o Charlie de Lost é, na verdade, o Justin Timberlake (o_O)
Sabe, eu tô com muito medo de que Pushing Daisies não tenha uma vida longa. Sim, a idéia do show é ótima, o piloto é excelente e os personagens são bizarramente construídos (o último a entrar no programa é um vendedor porta-a-porta de antidepressivos homeopáticos).
O problema é que a ABC, que vai passar a série, está criando um hype imenso ao redor dela, com coisas como cobrir uma estação de metrô com posters e fazer pré-estréia em um cemitério. Fora que colunistas e críticos de TV já estão fazendo dela o show favorito da temporada. Bom, isso é o primeiro passo para uma série sem audiência (Arrested Development, alguém?).
Claro que, se depender de mim (e se a qualidade do piloto for mantida, lógico), a série vai ter várias temporadas, e com possibilidade de conseguir um lugar no meu Top 3 (ainda mais agora que Veronica Mars acabou...). Vamos ver.
Pushing Daisies começa no dia 3 de outubro.
*Ah, e a Warner (a emissora que só pega séries que vão ser canceladas) comprou a série. Mais um motivo pra ter medo do futuro...